segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Breve história de quase tudo sem epílogo

Emerges do tempo antigo
Desta vida, de outras
De sempre
Voltas a mim
Nunca te deixei
Estiveste sempre aqui

Um reencontro digital
O Chino
O prazer esquecido de te cheirar
E tocar
E beijar
Amiga

Depois verbalizamos enlevos
Escrevemos desejos e sonhos
Virtualizamos este amor concreto

Materializamos
Seguras-me as mãos
E amo-te assim
Em gestos simples
E quando te abraço
E te fechas e retrais
Amo-te mais

Dizes-me
“Mas a vida, amor.”
Com ponto

Em contraponto
Amor de todas as vidas
(…)

Somos um do outro.

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